"Convicções"
Hoje falo de convicções, com a alma cheia de
emoções, ando para aqui aos trambolhões, neste mundo de palpitações,
ilusões contidas na vida, muitas vezes na história arrependida, juntos
somos uma só voz, sozinhos somos mais uns netos de uns quaisquer avós.
Quem por cá passa e nos conhece,sabe que para nós o trabalho é uma
prece, com convicção de que o futuro, alimenta todo o nosso orgulho, porque tudo o que fazemos, é na base do que nós vivemos, hoje tudo o que procuramos é que a nós se vão aliando.
Orgulhos de gente séria, nesta familia de pessoas companheira, com grande prazer na dedicação que damos a esta nossa paixão.
o que escrevemos já deixou de ser definido, somos um e um só brio, na
imensidão da saudação deste anfitrião é esta a única paixão.
José Pina para PoesiaPortugal e para o mundo
Com um abraço
Bem Vindo/a
Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.
Se estiverem interessados em ser adicionados aos companheiros desta casa por favor façam essa referência nos comentários, e procedam ao adicionar do blog aos vossos companheiros. ( Obrigado )
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Saudações
José Pina
Saudações
José Pina
11/06/2012
04/06/2012
Quem somos nós???
Quem somos nós ?
Num mundo em que a batalha é diária, em que o stress e a preocupação é totalmente inevitável, durante os últimos meses comparei este canto á beira mar plantado com a Holanda através de relatos familiares de quem lá está, cheguei a uma opinião interessante no meu ver sobre a terra de sua majestade.
Penso que a diferença entre os países baseia se na evolução e no conhecimento das sociedades e nos erros que cometemos quando ganhamos esse conhecimento, passo a explicar:
Por cá quando nos pagaram á uns anos para acabar com as pescas, gastamos esse dinheiro sem planear futuro porque confiámos que no futuro iríamos ser “sustentados” pela Europa sem perguntas, reduzimos a produção que tínhamos e confiamos na sorte e na “revolução das novas tecnologias” que anunciada pelos políticos da altura levava qualquer um a pensar que seria uma mina de ouro.
O que esquecemos era que outros países também teriam essa revolução, ou seja deixaríamos de ser únicos logo teríamos de provar que tínhamos qualidade num ambiente com milhões de oportunidades para biliões de pessoas.
Por lá aconteceu o contrário, eles com a frieza de um povo habituado a mudanças deixaram que fosse o seu povo a aceitar ou não a entrada de novas tecnologias, o que foi uma atitude inteligente e que hoje juntamente com uma organização das mais “eficientes” no mundo de recursos lhes permite terem ordenados e privilégios que lhes dão qualidade de vida.
Não gosto de criticar sem sugerir um fio onde podemos pegar, por isso acho que a solução para destacarmos e avançarmos um pouco deste negativismo e conseguirmos aliviar a pressão dos tantos erros que cometemos no passado passa pelo apoio ás grandes ideias de projectos portugueses, temos grandes empreendedores, muitos jovens com talento e que querem por a mão na massa mas não avançam quando logo para começar se vem envoltos em milhares de burocracias e muita falta de apoio e de coberturas de risco, é preciso investir no pais para que possamos sair reforçados desta avalanche.
José Pina
Num mundo em que a batalha é diária, em que o stress e a preocupação é totalmente inevitável, durante os últimos meses comparei este canto á beira mar plantado com a Holanda através de relatos familiares de quem lá está, cheguei a uma opinião interessante no meu ver sobre a terra de sua majestade.
Penso que a diferença entre os países baseia se na evolução e no conhecimento das sociedades e nos erros que cometemos quando ganhamos esse conhecimento, passo a explicar:
Por cá quando nos pagaram á uns anos para acabar com as pescas, gastamos esse dinheiro sem planear futuro porque confiámos que no futuro iríamos ser “sustentados” pela Europa sem perguntas, reduzimos a produção que tínhamos e confiamos na sorte e na “revolução das novas tecnologias” que anunciada pelos políticos da altura levava qualquer um a pensar que seria uma mina de ouro.
O que esquecemos era que outros países também teriam essa revolução, ou seja deixaríamos de ser únicos logo teríamos de provar que tínhamos qualidade num ambiente com milhões de oportunidades para biliões de pessoas.
Por lá aconteceu o contrário, eles com a frieza de um povo habituado a mudanças deixaram que fosse o seu povo a aceitar ou não a entrada de novas tecnologias, o que foi uma atitude inteligente e que hoje juntamente com uma organização das mais “eficientes” no mundo de recursos lhes permite terem ordenados e privilégios que lhes dão qualidade de vida.
Não gosto de criticar sem sugerir um fio onde podemos pegar, por isso acho que a solução para destacarmos e avançarmos um pouco deste negativismo e conseguirmos aliviar a pressão dos tantos erros que cometemos no passado passa pelo apoio ás grandes ideias de projectos portugueses, temos grandes empreendedores, muitos jovens com talento e que querem por a mão na massa mas não avançam quando logo para começar se vem envoltos em milhares de burocracias e muita falta de apoio e de coberturas de risco, é preciso investir no pais para que possamos sair reforçados desta avalanche.
José Pina
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