Todos os dias sentimos,vivemos e somos testemunhas de injustiças, temos bons e maus momentos, bons e maus pensamentos, bons e maus amigos, bons e maus conhecidos, lemos bons e maus livros, fazemos boas e más acções, este é dedicado aos bons e maus, interventivo e para vos fazer pensar um pouco sobre o pais onde vivemos...
Pára, cala te , não digas mais nada
imagina te no cimo do monte,
com essa tua mente tão vaga
e abandonado á tua sorte.
Agora imagina este teu povo
a quem roubaste o ar,
sente este cheiro a mofo
que continua a pairar.
Não quero seguir os teus passos
gosto demasiado de quem me acompanha,
porque no meio de tantos compassos
acabas por te baralhar nas tuas manhas.
Doce saudade de um passado tão distante
que já fugiu deste pais outrora triunfante,
são sensações que seguimos
isto é quando nos ouvimos.
Este é um livro aberto
sem qualquer espécie,
aqui não há letras sem tecto
apenas vida sem nexo.
José Pina
Bem Vindo/a
Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.
Se estiverem interessados em ser adicionados aos companheiros desta casa por favor façam essa referência nos comentários, e procedam ao adicionar do blog aos vossos companheiros. ( Obrigado )
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Saudações
José Pina
Saudações
José Pina
19/06/2012
13/06/2012
Astral Mundano
Sonhamos neste dia
que toda esta simples magia
arrefeça a sintonia
que nos acompanha em mais um dia
Em momentos em que nos perdemos
na convivência com a decência
somos apenas uma independência
que perdeu a sua ciência
Se queremos viver sem medos
porque não?
hoje em dia viver sem segredos
é não dar ouvidos ao coração.
Invadido por pensamentos percorro esta noite
sem no entanto ter dado nenhum açoite
cabeça no teu ombro choro sem perdão
daquele dia em que não te estendi a minha mão
Esse passado eu não esqueço
ficou marcado a ferros na minha vida
penso se te mereço
ou se mereço este rei Midas
Ele oferece me tanto ouro
no entanto não quero deixar de ser integro
porque perder aquele tesouro
deixou me afónico de palavras e pensamentos
Vitórias que perdemos a cada segundo
são desgostos da nossa moral
vivendo com dores ao ponderar no mundo profundo
apenas coloca de rastos este meu astral
Sou Homem, sou bicho, sou eu
o porquê? talvez seja por ser ateu
sou ateu no mundo em que vivemos
em que palavras valem mais do que momentos.
José Pina
que toda esta simples magia
arrefeça a sintonia
que nos acompanha em mais um dia
Em momentos em que nos perdemos
na convivência com a decência
somos apenas uma independência
que perdeu a sua ciência
Se queremos viver sem medos
porque não?
hoje em dia viver sem segredos
é não dar ouvidos ao coração.
Invadido por pensamentos percorro esta noite
sem no entanto ter dado nenhum açoite
cabeça no teu ombro choro sem perdão
daquele dia em que não te estendi a minha mão
Esse passado eu não esqueço
ficou marcado a ferros na minha vida
penso se te mereço
ou se mereço este rei Midas
Ele oferece me tanto ouro
no entanto não quero deixar de ser integro
porque perder aquele tesouro
deixou me afónico de palavras e pensamentos
Vitórias que perdemos a cada segundo
são desgostos da nossa moral
vivendo com dores ao ponderar no mundo profundo
apenas coloca de rastos este meu astral
Sou Homem, sou bicho, sou eu
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sou ateu no mundo em que vivemos
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José Pina
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