"Entre muralhas e consciências"
Por entre muralhas e consciências,
divagas nas memórias das eloquências.
Por entre longos tragos do nectar dos deuses,
vives solitário, ficas só com a tua loucura.
Sim, a mesma loucura que me fez perguntar te naquele dia de chuva,
a loucura que me acusaste de possuir, quando num momento da nossa história,
eu te fiz sentir como "Princesa" e noutras eras apenas mais uma boa amiga dos tempos vividos,
em que o que dizias era sentido mas muitas vezes fui apenas "iludido".
Hoje digo te sem rodeios, BASTA !!!
Não quero que sejas apenas a amiga dos bons momentos, quero partilhar contigo o sonho que tão bem conheces.
És parte da história que quero contar neste livro, és a minha mais recente memória,
és a mais recente lembrança de alguém com um nobre sorriso.
A ti, prometo te que por entre muralhas e consciências.
por entre as farpas e a maldita vivência,
Por ti serei o mais nobre cavaleiro sem a espada,
Serei o único rei sem trono.
José Pina
Bem Vindo/a
Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.
Se estiverem interessados em ser adicionados aos companheiros desta casa por favor façam essa referência nos comentários, e procedam ao adicionar do blog aos vossos companheiros. ( Obrigado )
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Saudações
José Pina
Saudações
José Pina
09/10/2012
15/09/2012
As pedras dos anjos
Era dia 14, o Sol meio escondido subia lá ao fundo.
Nós por aqui preparávamos não sei bem o quê, uns falavam em greve geral,
os outros diziam que era apenas mais uma manifestação contra os "chulos".
Eu ia rindo de tudo aquilo afinal era mais um dia sem aulas e sem trabalho o que a meu ver era bom.
Tínhamos arrancado de Viseu eram 08:00 da manhã rumo a Lisboa,
todos com vontade de desfilar no palco que outrora tinha sido usado em Abril.
Agora já eram 02:00 da tarde e ainda não tínhamos almoçado, decidimos então parar para comer algo.
Paramos num cafézinho á beira mar com bom aspecto, o senhor assim que nos viu perguntou:
"precisam de mesa para quantos?".
E nós dissemos:
"somos 12 caro amigo e estamos com bastante fome",
ele sorriu acenando para uma mesa das grandes e disse nos :
"Não se preocupem que tratamos já disso".
Trouxe nos as cartas, escolhemos e comemos á velha moda do Porto.
De seguida saímos dali rumo á concentração que se adivinhava complicada,
havia noticia que seriamos muitos e que a poucos e poucos o pais estava a parar naquelas horas.
Todos os olhos estavam postos em nós, já na concentração seguimos rumo á casa do sr.Presidente.
Já na manifestação por 2 vezes os ânimos exaltados, mas calma não estou a falar entre nós e a policia.
Foram só 2 senhores que discutiam entre eles quem tinha direito a sentar se naquela cadeira,
peço desculpa mas não vou dizer os seus nomes.
De seguida chegaram os anjos, e ai meus amigos tudo se complicou.
Sabem é que a presença dos anjos irritou os agentes e os calceteiros.
Eu percebo os, afinal isto de andarem a renovar as pedras das calçadas e os sinais de transito não devia ser feito durante as manifestações.
Muito menos durante uma greve geral, mas pronto...
Como estava a dizer vos os policias enervados com a mania dos anjos em mudar os sinais de transito e em renovar as pedras carregaram em força e ai foi o final de mais uma concentração, nós voltamos para Viseu com uma história para contar.
Já os anjos voltaram para casa com umas quantas nodoas negras para sentir e relembrar.
15 Novembro de 2012
José Pina
Nós por aqui preparávamos não sei bem o quê, uns falavam em greve geral,
os outros diziam que era apenas mais uma manifestação contra os "chulos".
Eu ia rindo de tudo aquilo afinal era mais um dia sem aulas e sem trabalho o que a meu ver era bom.
Tínhamos arrancado de Viseu eram 08:00 da manhã rumo a Lisboa,
todos com vontade de desfilar no palco que outrora tinha sido usado em Abril.
Agora já eram 02:00 da tarde e ainda não tínhamos almoçado, decidimos então parar para comer algo.
Paramos num cafézinho á beira mar com bom aspecto, o senhor assim que nos viu perguntou:
"precisam de mesa para quantos?".
E nós dissemos:
"somos 12 caro amigo e estamos com bastante fome",
ele sorriu acenando para uma mesa das grandes e disse nos :
"Não se preocupem que tratamos já disso".
Trouxe nos as cartas, escolhemos e comemos á velha moda do Porto.
De seguida saímos dali rumo á concentração que se adivinhava complicada,
havia noticia que seriamos muitos e que a poucos e poucos o pais estava a parar naquelas horas.
Todos os olhos estavam postos em nós, já na concentração seguimos rumo á casa do sr.Presidente.
Já na manifestação por 2 vezes os ânimos exaltados, mas calma não estou a falar entre nós e a policia.
Foram só 2 senhores que discutiam entre eles quem tinha direito a sentar se naquela cadeira,
peço desculpa mas não vou dizer os seus nomes.
De seguida chegaram os anjos, e ai meus amigos tudo se complicou.
Sabem é que a presença dos anjos irritou os agentes e os calceteiros.
Eu percebo os, afinal isto de andarem a renovar as pedras das calçadas e os sinais de transito não devia ser feito durante as manifestações.
Muito menos durante uma greve geral, mas pronto...
Como estava a dizer vos os policias enervados com a mania dos anjos em mudar os sinais de transito e em renovar as pedras carregaram em força e ai foi o final de mais uma concentração, nós voltamos para Viseu com uma história para contar.
Já os anjos voltaram para casa com umas quantas nodoas negras para sentir e relembrar.
15 Novembro de 2012
José Pina
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