Partiste depois daquela noite,
em que pediste auxilio.
Eras mais uma alma concreta,
em busca de fugir ao que o futuro nos reserva.
És apenas mais um dos que ao desespero chegou,
independentemente do culpado que o povo achou.
Porque no dia em que a pressão aumentou,
tu não aguentaste e o teu cérebro rebentou.
Hoje seguimos pesados no caminho de te deixar no teu ultimo local,
Sabemos todos que vais deixar muitas saudades.
Mas nestas ultimas palavras deste "juízo final",
digo te que estaremos cá para ajudar a compensar as mais pesadas saudades.
Como sabes irmão, gostava de puder ter estado presente,
sinto hoje o peso dessa consciência.
Porque o passado não volta e hoje vivemos doentes,
Espero que perdoes esta nossa eloquência.
José Pina
Bem Vindo/a
Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.
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Saudações
José Pina
Saudações
José Pina
17/11/2012
09/10/2012
"Entre muralhas e consciências"
"Entre muralhas e consciências"
Por entre muralhas e consciências,
divagas nas memórias das eloquências.
Por entre longos tragos do nectar dos deuses,
vives solitário, ficas só com a tua loucura.
Sim, a mesma loucura que me fez perguntar te naquele dia de chuva,
a loucura que me acusaste de possuir, quando num momento da nossa história,
eu te fiz sentir como "Princesa" e noutras eras apenas mais uma boa amiga dos tempos vividos,
em que o que dizias era sentido mas muitas vezes fui apenas "iludido".
Hoje digo te sem rodeios, BASTA !!!
Não quero que sejas apenas a amiga dos bons momentos, quero partilhar contigo o sonho que tão bem conheces.
És parte da história que quero contar neste livro, és a minha mais recente memória,
és a mais recente lembrança de alguém com um nobre sorriso.
A ti, prometo te que por entre muralhas e consciências.
por entre as farpas e a maldita vivência,
Por ti serei o mais nobre cavaleiro sem a espada,
Serei o único rei sem trono.
José Pina
Por entre muralhas e consciências,
divagas nas memórias das eloquências.
Por entre longos tragos do nectar dos deuses,
vives solitário, ficas só com a tua loucura.
Sim, a mesma loucura que me fez perguntar te naquele dia de chuva,
a loucura que me acusaste de possuir, quando num momento da nossa história,
eu te fiz sentir como "Princesa" e noutras eras apenas mais uma boa amiga dos tempos vividos,
em que o que dizias era sentido mas muitas vezes fui apenas "iludido".
Hoje digo te sem rodeios, BASTA !!!
Não quero que sejas apenas a amiga dos bons momentos, quero partilhar contigo o sonho que tão bem conheces.
És parte da história que quero contar neste livro, és a minha mais recente memória,
és a mais recente lembrança de alguém com um nobre sorriso.
A ti, prometo te que por entre muralhas e consciências.
por entre as farpas e a maldita vivência,
Por ti serei o mais nobre cavaleiro sem a espada,
Serei o único rei sem trono.
José Pina
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