O sol morto deste dia,
Esconde-se sobre o som da mais triste telefonia.
Com o compasso,
Marcado passo-a-passo.
Nesta dança imaginária,
Em que a estadia é diária.
Sobre o nascer de mais um dia,
Renasce de novo a doloroso ferida.
São acontecimentos transversais,
Em que os sonhos são surreais.
E no fim as luzes já mortas,
Que percorrem as estradas já decompostas.
São os corpos com a energia findada,
Que no horizonte não encontram mais nada.
São as vidas entretanto dispensadas,
Pelo sol que todos os dias as desprezava.
José Pina
Bem Vindo/a
Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.
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Saudações
José Pina
Saudações
José Pina
29/05/2013
16/05/2013
"O dia viu me crescer"
O dia veio me agradecer,
Pela oportunidade de me ter visto crescer.
Junto aos muros do desagrado,
mas apenas lá encostado e nunca encurralado.
Era um dos que por lá passeava,
Numa altura em que já pouca gente andava.
Podes não acreditar,
Mas voei sobre as asas de um corvo.
Leve, como uma pena,
que sentia por vê los agarrados aquele dilema.
No fim, no oceano deste meu perdão,
procuro obter a minha redenção.
Sem respostas para as tantas perguntas,
que possuo nas mais variadas e obsoletas lembranças.
São disparos nas mais humildes consciências,
de quem já desistiu de ter crenças.
Bebo o sal das lágrimas que me escorrem,
pela cara de quem já ninguém se recorda.
Não fui ao fundo, nadei sobre o casco da minha sobrevivência,
onde o meu mundo caiu em pura deficiência.
José Pina - 15 Maio de 2013 - Exclusivo Facebook e www.jpina9.blogspot.com
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