Não é poesia, são desabafos escritos num papel demasiado cansado para viajar seja para onde for, este papel parou aqui, longe da terra e é daqui que passa a mensagem.
As sombras escondidas passeiam se na nossa vida, com várias caras, vários objectivos, várias vontades e várias facas apontadas a um só alvo.
As sombras não tem honestidade, bondade,solidariedade, ou outro qualquer sentimento simpático ou nostálgico, por vezes assumem o papel de que são anjos nesta terra quadrada mas quando chega a altura mostram se frias e hábeis.
As sombras são parte do teu passado, do teu presente e do teu futuro, tenhas os anos que tiveres vais sempre conhecer pelo menos 1 sombra escondida, pode ser mais ou menos forte mas será sempre uma sombra.
As sombras são como cães raivosos, atacam em matilha até despedaçarem a presa, comem te a carne e roiem te os ossos até que o cheiro do teu corpo decomposto se arraste por todos os quarteirões do bairro, só ai as sombras fogem para a sua próxima vitima.
Quem são as sombras, todos sabemos, poucos assumem a sua existência , acusam nas de serem servas do diabo , bruxas e outras criaturas que servem á decadas para mascarar as sombras que se passeiam neste nosso mundo.
Tem papéis sociais, politicos , desportistas e outros.
Toma atenção, elas são implacáveis, verdadeiros assassinos com um sangue frio do tamanho neste nosso planeta.
José Pina , 25 Novembro de 2013, Rotterdão , Holanda.
Bem Vindo/a
Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.
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Saudações
José Pina
Saudações
José Pina
25/11/2013
21/09/2013
Que se lixe
"Que se lixe"
Que se lixe tudo,
Que se lixe o mundo.
Que se lixe quem mal fala sem saber,
E quem mal pensa sem a realidade conhecer.
Eu penso por mim próprio,
Não preciso de boleias de camionetes.
Até porque anda ai muito Estetoscópio,
A funcionar ao toque das várias sirenes.
Dá-me o melhor de ti,
E eu vou-te dar o melhor de mim.
Mas se me vieres com histórias sem fim,
o meu desprezo será o nosso fim.
Sou frio como o gelo,
E quente como o fogo.
Feito de extremos, por vezes amigável, por vezes animal,
Especialmente se me puseres fora do normal.
Que se lixe tudo,
Que se lixe o mundo.
Que se lixe quem mal fala sem saber,
E quem mal pensa sem a realidade conhecer.
Eu penso por mim próprio,
Não preciso de boleias de camionetes.
Até porque anda ai muito Estetoscópio,
A funcionar ao toque das várias sirenes.
Dá-me o melhor de ti,
E eu vou-te dar o melhor de mim.
Mas se me vieres com histórias sem fim,
o meu desprezo será o nosso fim.
Sou frio como o gelo,
E quente como o fogo.
Feito de extremos, por vezes amigável, por vezes animal,
Especialmente se me puseres fora do normal.
José Pina, 12 Setembro de 2013 , Rotterdão - Holanda.
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