O mundo de Palavras: 2014

Bem Vindo/a

Sejam bem vindos ao "Mundo de Palavras", este é um blogue de autor e parte integrante do projecto Poesia Portugal, nascido a 1 de Janeiro de 2009 tem como principal objectivo levar a poesia e a minha opinião pessoal mais longe, tem também como objectivo unir o público e os escritores através do projecto Poesia Portugal.

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Saudações
José Pina

22/12/2014

Feliz Natal e boas entradas em 2015!

Este Blogue deseja a todos os seus leitores,amigos e público em geral :



01/12/2014

Tudo o que não te posso dizer

Sabes que o tempo me fez acreditar que aquilo que foste e és um dia poderia vir a ser aquilo que podíamos ser, nunca aconteceu é certo mas os sonhos são aquilo que nós acreditamos que um dia se pode realizar e tu na minha mente vais continuar a ser simplesmente um sonho.

Nunca te disse nem nunca direi o que realmente és no meu sonho, não por medo ou por receio mas sim porque sei que no dia em que o fizesse a distância iria aumentar e apesar de tudo se o sonho não se realizar prefiro manter uma boa amizade do que arriscar em algo que pode nem nunca vir a ter um inicio.

Escrevo hoje , sem inspiração para rimar ou fazer poesia, apenas me apetece passar para o papel aquilo que me remoí a cabeça ao longo dos anos, aquilo que por mais que tente fugir nas conversas casuais em que o teu nome vem á baila se torna difícil.

Também é verdade que raramente alguém acertou no que eu sentia, apenas os que me conhecem muito bem sabiam que algo ali se passava, sabiam que o facto de eu sair para não te encarar tinha algo de estranho , eles sabiam , tu não.

Sei que o tempo vai um dia trazer me a resposta, sei que o tempo me vai indicar se todas as decisões dessa altura foram certas ou erradas mas para mim essas respostas já não são importantes.

Sei também que o tempo é algo indefinido, mas desejo te sorte e vemo-nos daqui a algum tempo.

Saudações
José Pina, 01/12/2014 , Rotterdão , Holanda

08/10/2014

Uma Viagem ao Passado

Uma viagem ao passado.pdf

20/09/2014

[S]empre que o lápis toca no papel,
[A] vida torna se doce como o mel.
[R]ecordas o tempo que passas pregada aquele pedaço,
[A]té que o tempo passa e te esqueçes do teu compasso.

[G]uias a jogada do teu destino,
[R]ecortas o campo e fazes dele o teu menino.
[I]maginas o jogo da tua vida,
[L]onge sentes as bancadas que o validam.
[O]nde todos te gritam e te ensinam.

[M]as o mundo hoje pára,
[A] tua voz ecoa de forma clara.
[N]ão há silêncio que prevaleça,
[S]em que o teu timbre apareça.
[A]gora é tempo de aproveitar,
[S]empre que o mundo te aceitar.

Jose Pina, 20/09/2014, Rotterdão , Holanda.



Um fado sentido

O tempo não é certo, é um fado incompleto que a cada segundo é escrito, a cada momento relido, a cada minuto sentido e por todos nós revivido.

O fado, a música que nos emociona numa história que ninguém relaciona, num destino que nos devora sobre uma vida que muitos ignoram. 

O porquê? o porquê é uma resposta incompleta, porque a vida não é certa e o nosso mundo é feito de soc
iedades secretas.

Neste fado de que hoje falamos, tú és o fadista da moda, cantas com a alma e devoras a fama sendo o final composto por palmas.

Palmas e salvas de quem nada percebeu,

de quem nada sentiu , de quem nada entendeu, porque tudo o que cantaste nessa noite foram histórias da tua vida, foram experiências sentidas e foram momentos revividos.

Agora é hora de descansar as cinzas, nesse mar que te envolve na brisa de uma praia colorida em que o mundo te deseja boa viagem nessa viagem para uma nova margem. 


José Pina, 20/09/2014, Rotterdão , Holanda.


14/09/2014

Homenagens

Eulalia Rodrigues

[E]ntre sombras e sorrisos,
[U]niões que ninguem separa. 
[L]evemente encara os avisos,
[A]té que o destino a pára.
[L]aribintos de um tempo que parou,
[I]ndagando a razão porque nunca voou.
[A]inda hoje esse tempo está na memória,

[R]ecordado pela vida e pela história.
[O]nde nada consegue apagar essas novas vitórias,
[D]escurando quem mal fala ou enterra as memórias.
[R]eage a frio, procura com brio,
[I]nteragir sem calafrio, procurando apenas de onde adveio.
[G]uitarras tocam no fundo,
[U]ivos acompanham o ritmo deste novo mundo.
[E]ntre as sombras que entretanto se escondem,
[S]em que os sorrisos nelas se percam.

José Pina, 14/09/2014, Rotterdão , Holanda. 

Domingos Marques

[D]e Maia para o mundo,
[O]ndas de felicidade e orgulho.
[M]ergulhadas em cumplicidade e lá no fundo,
[I]nterrogam se as palavras e a razão deste barulho.
[N]ão se conheçem as razões desta vida que levamos,
[G]alopando tempo fora, sem saber do que ansiamos.
[U]nidos pela simples força que nos acompanha,[E]m que o tempo é sentimento e de nós não desdenha.[S]em que a ti peça uma senha,

[M]as, e que vida é esta que de nós procura apenas viagens á mais nobre sardenha.[A]ntes que tudo se transforme numa forma diferente de vida,[R]imos hoje do passado, nas experiências da avenida.[Q]uando o tempo era passado e as memórias eram vividas,[U]lisses bem tentou, mas não ultrapassou o rei midas.
[E]nquanto o tempo for futuro, dependes só da tua força,
[S]e amanhã se tornar passado, encontra te connosco na maior gruta de Arouca.

José Pina, 14/09/2014, Rotterdão, Holanda.

 Paula Leitão

[P]or onde passas,
[A]inda que o mundo se transforme em massas.
[U]topias de uma vida em que não existe alternativas,
[L]iteralmente vivida num extremo em que não existem categorias.
[A]té que o tempo passe e sejam só memórias vividas.

[L]eva esse tempo contigo,
[E]ncontra esse refúgio antigo.
[I]ndaga te sobre o tempo vivido,
[T]enta que o tempo volte a ser um amigo.
[A]final ainda ontem o teu nome eram só 2 palavras,
[O]lha agora , retratado num quadro literário pintado em várias culturas.

José Pina, 14/09/2014, Rotterdão, Holanda.

[B]rumas da luz que transmites,
[R]eencontram o ar que nos torna coerentes.
[U]nidos pelo oxigénio que ambos respiramos,
[N]esta fria noite de Setembro em que vivemos e gostamos.
[A]té que o tempo pare e a luz dê lugar ao luar em que nos conhecemos.

[R]ecordando a vida por entre páginas apagadas de um livro,
[A]inda que por lá não hajam letras, as memórias são um anteparo.
[F]ugimos de um mundo que te olha e desdenha,
[A]inda que a tua mente não tenha uma senha.
[E]nquanto o tempo passa e não sabemos o futuro,
[L]iga te ao passado e vive o teu orgulho.
[A]inda que hoje tudo pareça enevoado, o presente é um presente embrulhado.

José Pina, 14/09/2014, Rotterdão , Holanda. 

[E]ntre as rosas coloridas,
[S]em que as vidas sejam revividas.
[T]entamos que as pontes não sejam mexidas,
[E] que os sorrisos não sejam feitos com toques de midas.
[L]onge é o passado em que tudo era alegria,
[A]gora os tempos são antagónicos e vividos em antipatia.

[P]arece que nada se parece com o que era até á uns tempos,
[I]nterroga se quem não a esquece nem que seja por breves momentos.
[N]unca o tempo foi uma lição tão verdadeira,
[H]oje é a hora de mostrar essa essência derradeira.
[E] agora quem fará de si essa princesa? 
[I]nterrogações e memórias de quem é sua alteza.
[R]isos e memórias em um texto que nada altera,
[O]nda da vida que tudo leva e no fim todos a pegam.

José Pina, 14/09/2014, Rotterdão, Holanda. 





13/09/2014

Tempo de Aproveitar

[T]ens tempo para me ouvir? 
[E]ntão senta te e ouve.
[M]esmo que o tempo pare e nada pareça fazer sentido,
[P]orque nem sempre o tempo é tempo perdido.
[O]ntem o tempo era passado, amanhã será futuro, como tal vive o presente.

[D]esaprovo esse teu lado selvagem, 
[E] rejeitas deixar essa abordagem.

[A]nda comigo,
[P]õe te atento(a).
[R]ecorda te do nosso tempo,
[O]nde as horas não passam e não existem contratempos.
[V]em e sê a contraluz,
[E]ntre os raios que se escondem perante esta janela que reluz.
[I]rritas me em momentos infinitos,
[T]entas encontrar todos os meus defeitos. 
[A]gora digo te sinceramente,
[R]ecordas te desses momentos? 

Jose Pina, 13-09-2014, Rotterdão - Holanda .



07/09/2014

Quem és tu ...

Quem és tu que persegues o mundo, 
sem sentimento profundo?
Quem és tu que não pensas quando falas,
nem sabes quando é que te calas? 
Quem és tu que percorres o teu destino,
em busca do que não encontras no teu ser destemido.

Tu és... 

Um ser que não se cala,
uma voz que não é clara.
Um sussurro que não entendo,
um suspiro que não alcanço.
Um tempo de que desdenho,
Numa vida feita de empenho.

Nós somos...

Aqueles que não se desviam,
de um destino que os ensinam.
Somos quem ensina as leis de um ser,
que de tanto querer aprender acaba por se perder.

José Pina , Rotterdão , 07/09/2014 . 15:45






15/07/2014

Por entre os sonhos

Acordo durante a noite, perdido no tempo, olho á minha volta e nada se destaca, tirando um silêncio profundo nada paira á volta do que era o meu sonho. Levanto me e dirijo me ao frigorifico, faço esta viagem todas as noites mas ainda hoje ao fim de tantos anos este escuro e este silêncio me arrepia, entre outras coisas este silêncio faz me ter um respeito pela vida, faz me ter respeito pelo perigo e com isso impede me de cometer as mais variadas loucuras.

Depois de saciar a minha sede, dirijo me de volta para o quarto, durante todos estes minutos os olhos semi-cerrados tentaram manter vivo o sonho que se desenrolava quando a sede fez o favor de me acordar, infelizmente esse sonho parece não querer voltar, talvez por medo do que o seu significado possa trazer á minha realidade ou simplesmente porque o passeio me fez despertar.

De volta á cama começam as voltas nesta arena redonda que me conforta. voltas e voltas atrás de uma vitória que me permita adormeçer e descansar o corpo e a mente para o raiar do sol que trará um novo dia que vai exigir que eu esteja desperto e activo, mas pelos vistos a arena vence, a madrugada ganha horas na sua extensão e como não podia deixar de ser eu conto as uma a uma enquanto luto para adormecer.

Dou por mim numa sala quadrada com apenas uma mesa e 2 cadeiras, 2 pratos , 2 copos e 1 bilhete, aproximo me desse bilhete e leio o , diz apenas um vago "Bom apetite", penso para comigo onde estou e o que significará aquilo, de súbito a porta abre se , tu entras com um longo vestido de fazer inveja aos anjos, por essa altura pergunto me o que farás ali, lembro me que me tens ignorado durante muito tempo, tu chamas me, eu levanto me e sento te na esperança que pudesse surgir uma explicação.

Tu estalas os dedos e somos servidos, ainda incrédulo pergunto te o porquê de tanto tempo para vivermos este momento, tu respondes me que o tempo tem o seu próprio momento para tudo, apressá lo só tira o valor dos momentos, Sorriu e sirvo te quando de súbito um estrondo faz me acordar, apesar de um sonho interrompido este foi mais um sonho que quero que seja um dia vivido.

José Pina, Roterdão , 15/07/2014.



06/07/2014

Referências

Um pequeno ensaio...

As referências em que te baseias, são mentiras desmentidas a cada dia, sem que tenhas a vergonha de calares essa mania.

Sabes bem do que falo, não preciso de usar os nomes, aproveito hoje este embalo, para te relembrar que necessitas de abrir os ouvidos e tirar os headphones.

Pensa bem no que fazes e dizes, no que espalhas e sentes, o que hoje é atua imaginação amanhã pode ser a razão de estares no meio da confusão.

Esta é a mensagem, a ultima mensagem que te escrevo na esperança de que acordes a tempo para que não sofras a total desconfiança.

José Pina, 06/07/2014, Rotterdão , Holanda.

20/06/2014

O espelho do que passa

O que passa já não passa, 
no futuro que se disfarça.
Com sorrisos de euforia, 
escondem se histórias de magia.

São os espelhos do que se passa, 
e já não mais passa por nós.
Porque quem já cá não passa,
não faz cá falta nem faz dor atroz.

Umbigos do tamanho do mundo,
que não se encolhem perante as verdades.
E no final lá bem no fundo,
descobrem se carecas e saltam lhes saudades.

Ponto final, nesta história de espelhos,
com que jogam os bons e os infiéis.
Agora é a hora de acabar com os recreios,
e colocar um ponto nesta ida que roubou os seus próprios anéis.

José Pina, 20-06-2014, Rotterdão - Holanda.



15/05/2014

Uma súbita partida

Ele andava perdido,
já não conhecia os perigos.
Pelos olhares dos viajantes,
viam se olhares preocupantes.

Muitas vezes ignorados as primeiras impressões,
mas nunca esquecido por quem conhecia as suas ambições.
Hoje o tempo acabou,
o mundo desfez o tempo que já passou.

Ninguém encontra a mais nobre explicação,
para que a realidade na tua cabeça se tenha tornado uma ilusão.
Na cintilante harmonia
que se desfez no final deste dia.

José Pina, 15/05/2014, Rotterdão-Holanda

13/03/2014

Dupla Quadra "Princesa"

És princesa de várias formas,
Quem me dá confiança nas mais variadas sombras.
O teu sorriso é parte do que eu chamo sedução,
É esse sorriso que me faz ter emoção.

Nunca te cales, nunca pares de sorrir,
O teu sorriso é parte do que me faz sentir.
A sombra do que pode acontecer,
É o futuro do que eu quero viver !!

José Pina , 13/03/2014, Rotterdão - Holanda

18/02/2014

Sobre um mundo de opiniões

Andamos sobre um mundo de opiniões,
Agarrados ás mais simples emoções.
Por entre as vitórias ou derrotas,
Sentimos as festas e as sestas das bestas.

Num outro extremo as alegrias compareçem,
Por entre arestas que hoje em dia nos esqueçem.
Relembramos tempos de criança em pequenas lembranças ,
De que o tempo volte num formato de esperança.

Pessoas com as suas opiniões e visões,
Reunidas a uma só mesa, redonda sem arestas ou exaltações.
São pequenos pedaços de céu, com o céu limpo de um dia radioso,
Alturas em que o tempo se torna valioso e o dia se torna maravilhoso.

Trocam se visões sobre a vida, conselhos e informações,
Dum lado o centro de um espelho que hoje não nos traz mais visões.
Finalizam se lembranças que hoje são lembrados como um passado de crianças,
Acabam se os temas e é de novo tempo de voltar a ter velhas lembranças.

José Pina, 18-02-2014.

24/01/2014

Sacanas Sem lei

"Sacanas Sem lei" 

Eles são sacanas,
Não tem lei nem roque.
E sem mais manhas,
Eles entram a dar choque.

São noites e noites,
A falar sobre clubites.
Com coiçes,
A tratar as clubites.

De um lado fogem á verdade,
Do outro atacam sem piedade.
E no meio da cumplicidade,
Perde se a necessidade de retratar a realidade.

Por entre farpas e factos,
Retratam se danos e tachos.
De polvos e povos,
Reunidos por paixões e maus olfactos.

José Pina, 24 Janeiro 2014, Rotterdão - Holanda

O Paraíso Criminal

Antes de mais boas noites a todos os leitores, começo por me referir a alguns temas da actualidade, finalmente ao fim de 6 anos (salvo erro) resolveu se um homicídio que marcava a investigação criminal portuguesa pela negativa, refiro me ao homicídio de Alexandra Neto e de 1 outro jovem bem como á tentativa de homicídio de um terceiro senhor na mesma noite/manhã. 

Tudo isto seria normal ( no aspecto judicial) , não fosse os contornos desta resolução serem bastante mais gravosos, ora pois Este jovem que confessou estes crimes entregou se quinta feira dia 19 de Novembro de 2013 á PSP com a arma do crime em sua posse, alegadamente a justificação dos crimes foi o facto de ser uma pessoa agressiva , no primeiro homicídio a vitima tentou reagir, o 2º homicídio terá sido por um impulso de defesa e o terceiro acontecimento (tentativa de homicídio) apenas e só disparos por uma rixa de tráfego no transito.

Perante isto e quando estamos já em 2014 com casos como o caso dos 6 jovens da lusófona que morreram ao que se suspeita ter sido a sequência de uma brincadeira á comissão de praxes que acabou mal e ainda o caso do homem baleado em plena luz do dia por 4 indivíduos em plena avenida de Berlim , leva me á conclusão que a insegurança está a atingir níveis insuportáveis.

Além destes crimes que são os mais fixáveis e de mais notoriedade actualmente, temos uma longa lista do que se suspeitam ser crimes de corrupção e tráficos de influências presentes por quase todas as linhas de administração das grandes empresas e cargos governativos/de gestão da república portuguesa.

Mais uma vez e perante estas sequências o povo português fica confrontado com uma realidade onde tem de escolher entre a sua segurança (física) e a sua segurança (financeira) ou até mesmo a sua segurança (de direitos) . Somos ou não somos um paraíso criminal a todos os níveis?

Vejamos por último ainda o caso dos 14 (salvo erro) sírios enviados ilegalmente através da Guiné através do sequestro (sim é essa a palavra correcta) de um avião da companhia portuguesa TAP, todos eles com passaportes falsos arranjados ao que se sabe na Turquia, todos eles ilegais , o SEF em detrimento de os reencaminhar no primeiro avião para a Guiné (sitio de onde vinham ilegalmente devido ao suposto suborno da policia local) , não , optou pelo reencaminhamento destes sírios até ao centro de refugiados , como resultados práticos desta acção ganhámos 14 novos habitantes que pretendiam entretanto seguir viagem Europa fora ( o que lhes foi negado pela guardia civil espanhola na fronteira) .

Sem mais comentários e deixando esta reflexão á consciência de cada um de vós.

José Pina 24 Janeiro de 2014 , Rotterdão - Holanda

17/01/2014

Abertura de ano

[A]ntes que a memória se apague,
[B]rindamos ao sabor dos desejos.
[E]ntre sorrisos e palavras de bondade,
[R]ecordando os momentos que não passaram de um beijo.
[T]entamos que as palavras soem como um só,
[U]ltimando e preparando esta dor que não tem dó.
[R]ecortas hoje a última fotografia do nosso albúm,
[A]ntes que se ouça nos ares o último PUM.

[D]esprendeste os laços que te mantinham na vida,
[E]nquanto choravam as amarras da tua filha querida.

[A]lcançamos hoje o fim desta história,
[N]unca sem antes lembrar te como uma boa memória.
[O] que se faz quando uma estrela se apaga , relembram se as saudades e comemora se a imortalidade apesar da tua partida tão amarga!

José Pina, 17-01-2014, Rotterdão , Holanda !

01/01/2014

1º Post de 2014

Ora boas tardes a todos os meus amigos, leitores e/ou meros visitantes deste meu canto cibernético !!!

Ando numa maré de pouca escrita , para quebrar este ciclo preciso da vossa colaboração, preciso que deixem nos comentários a este post temas que gostassem de ver retratados aqui no blogue.

Juntos vamos conseguir começar 2014 de forma diferente !!!

Um abraço/beijo para todos vós e o desejo de um 2014 de sucesso!!!

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Pedidos de Poemas

Boas pessoal, aqui vão puder deixar os vossos pedidos de poemas que serão respondidos no blogue por ordem de chegada.